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domingo, 30 de janeiro de 2011

Além da Vida... Perdi alguma coisa?



Recomendadíssimo por uma amigo do trampo (Dôblas), assisti essa semana ao suspense “Além da Vida” (After Life). Fiquei tensa em alguns momentos, tive o medinho proposto pelo filme, mas no final só o q pude dizer foi: “anh?? É isso? Cabou?”. Calma, eu explico o motivo.

Anna, vivida por Christina Ricci, está em um momento estranho de sua vida, onde tem tudo o que precisa, mas não é realmente feliz. Depois de se desentender com seu namorado, ela sofre um acidente de carro e acorda em uma funerária, onde o diretor do lugar, que estava supostamente trabalhando em seu corpo, a informa que ela estava morta! Ele diz a jovem desesperada que tem o dom de conversar com os mortos. Inconformado, o namorado (quase noivo) de Anna não consegue aceitar sua morte e tenta investigar para entender o que realmente aconteceu.




O filme todo gira basicamente nisso. Durante um bom tempo, não sabemos se o cara da funerária (nada mais nada menos que Liam Neesom) é louco, médium, necrófilo ou bom, sempre calmo ao tentar convencer Anna de sua morte. O noivo (meu Deus, como esse ator parece o Di Ferrero do NxZero, o Justin Long) , confuso, chegando muitas vezes bem perto de descobrir o que está havendo. E Christina Ricci sofrendo e pagando peitinhos, MUITOS peitinhos (prato cheio para os marmanjos que cresceram fantasiando com a Vandinha).



Outros mortos aparecem para assombrar a pobre moça assustada, algumas cenas estranhas vêm pra somar á sensação de “num saquei” do filme, como a que Anna entra em uma porta na parede e conversa com uma garotinha... Mas, apesar disso tudo, o filme prende! Você fica ansioso para saber se ela está mesmo morta, se o noivo é quem está inventando tudo, ou se é viagem do funerário.



Aí é que vem a decepção: o filme acaba sem resolver esses mistérios! Simplesmente deixa no ar... Não sei se eu é que sou burrinha, mas não curto muito esse tipo de filme que me deixa pensando se foi mesmo aquilo que aconteceu ou se eu deixei escapar alguma cena. São poucos os filmes que te colocam para pensar e definir o final da forma que achar melhor que funcionam, e este definitivamente não foi um deles para mim.






Vocês podem até me perguntar: “É um bom filme?”. Eu diria que sim, além do descrito por mim anteriormente, causa discussão entre os amigos. Mas sinceramente eu fique um tantinho frustrada.

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