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terça-feira, 5 de abril de 2011

Na Estante: Buso Renkin


Criado por Nobuhiro Watsuki (Rurouni Kenshin) entre Junho de 2003 a 2005, a serie Buso Renkin começou a ser publicada ano passado pela editora JBC . Atualmente está no oitavo volume nacional.


Sobre a história, segue da nossa querida Wikipedia, a Mãe dos Burros:

"A história começa quando o colegial Mutou Kazuki é morto ao salvar uma garota de um monstro, mas ele acorda achando que tudo não passou de um pesadelo. No dia seguinte ele leva sua vida normalmente, mas acaba se encrencando por ter perdido sua mochila na noite anterior e fica no colégio até tarde. Durante a noite, ele e sua irmã são atacados pelo mesmo monstro cobra da noite anterior. Enquanto foge, Kazuki recebe uma ligação em seu celular, é Tsumura Tokiko, a garota de seu "sonho", ela explica que o monstro é um Homunculus e que Kazuki realmente foi morto, mas ela o ressuscitou colocando um
a Kakugane no lugar do seu coração. Tokiko explica que a Kakugane é um aparato
alquimista que quando ativado se transforma em uma arma para lutar contra os Homunculus. Num momento de desespero, Kazuki ativa sua Kakugane e cria sua própria Busou Renkin, que tem a forma de uma lança imensa. Juntamente com Tokiko, Kazuki luta contra os Homunculus e seu criador."

As kakuganes são artefatos de grande poder, que se transformam em armas conforme a vontade e personalidade do criador. Aqui o autor consegue mostrar sua grande criatividade para sistemas de lutas e criação de armas. Algumas cenas de luta são simplesmente eletrizantes, rivalizando com Kenshin...

O mangá segue o traço incrível do criador de Kenshin, que consegue evoluir seu traço e criar novas temáticas e novas batalhas em cima de um tema já batido, pois foi altamente explorado por Full Metal Alchmist.

Correndo riscos de comparação o mangá se sobressaiu, gerou um anime (que ainda não assisti) e consegue (em minha humilde opinião) ser ainda melhor. Obviamente, o tema em FMA é muito mais denso, e em Buso Renkin o trabalho é mais leve, com menos cenas que nos choquem.

Acrescentando de forma leve e bem humorada, o mangá explora coisas seguindo a linha de Kenshin, com ênfase nas já conhecidas técnicas de narrativa do autor, que ainda é muito rigoroso consigo mesmo, nos famosos "Papos de Autor" que já me fazia rir muito nos idos de Kenshin.

A edição nacional segue um padrão legal, sem os malditos meio-tankos. Espero que não seja cancelado como Loddoss da panini, e recomendo a todos que conheçam também esse trabalho!


Desculpem a falta de inspiração do post, mas a correria é grande e o blog (em breve site) não pode parar!

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