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terça-feira, 11 de outubro de 2011

Avatar de Dia das Crianças no Facebook

Olá, galerinha! Depois de um longo recesso por conta do casamento, aqui estou eu de volta!

Tá rolando uma campanha interessante no Facebook:

Achei meio bobildo quando vi algumas pessoas mudando suas fotos de avatares para Pica-Pau e Pernalonga. E de que forma mudar sua foto poderia ajudar no combate à violência infantil? Porém, o manifesto tomou uma proporção tamanha, que em 24h, mais da metade dos meus “amigos” já estava com avatares de desenhos.

A questão que quero abordar aqui nem é a da violência infantil. Achei legal, um manifesto silencioso e maior do que o esperado. Aliás, muita gente achou besteira e inútil. Particularmente, troquei meu avatar como forma de dizer que sou absolutamente contra qualquer tipo de violência infantil e que estamos de olho, sempre.

Maaaaaassss, o legal desse movimento foi ver qual o desenho usado pela galera pra representar sua infância! Pelo personagem escolhido dá pra quase adivinhar a idade do dono do perfil e até um pouquinho de sua personalidade. Por exemplo, o primeiro personagem que substituiu minha carinha no caralivro foi o Shiryu (muito amor). Daí, deduz-se que eu era criança na década de 90, então deva ter lá pelos meus 25 a 30 anos; que sou uma menina de atitude, visto que todas as outras meninas se "avatararam" de Penélope Charmosa, Minie e outras fofurices e eu escolhi um CAVALEIRO DO ZODÍACO; que, talvez, eu não goste de personagens principais estereotipados, mas sim dos sidekicks estilosos; e que eu acredito no “poder da amizade” (Jeh falando com a voz do dublador do Shiryu)!
Shiryu: mais amor, imposível!

Um amigo, o Renan do JPC, foi mais longe. Propôs que postássemos as nossas aberturas de desenhos favoritas. Comecei com Muppets Babies e apelei com Rua dos Pombos (os desenhos da TV Cultura me marcaram mais ainda que os da Hanna Barbera ou Looney Tunes).











Ah, me bateu uma nostalgia... Cada avatar legal, cada personagem antigo e que fez parte da formação do meu caráter, cada musiquinha feliz que embalou minhas manhãs/tardes na frente da tv. Aí, pensando um pouquinho mais “romanticamente”, chego a conclusão de que os desenhos animados fazem parte de quem eu sou, de quem nós somos. Compõem nossas personalidades e habitam para sempre em nossas almas. Só torço pra que na época dos meus filhos serem tocados pela magia dos desenhos animados, ainda existam coisas tão boas quanto as que vi na minha infância.

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