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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Fliperama: The Elder Scrolls V- Skyrim



Nomeado por vários sites e revistas especializadas como o melhor jogo de 2011, The Elder Scrolls V: Skyrim (ou apenas Skyrim), com seu sistema de customização de personagens- além da história com centenas de sidequests- faz dele o game que chegou mais próximo da experiência que é jogar RPG "de mesa" que tive a oportunidade de jogar.

Na Estante: Gundam Deathscythe Hell





Olá pessoal! Mais um review em vídeo de um model kit de Gundam!

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Old Massavéio: Ivanhoé, O Vingador do Rei

Um dos melhores filmes capa e espada já feitos. Um Livro Épico. UmaHistória de Amor. Conheça Ivanhoé, o Vingador do Rei! E incrivelmente achei esse filme perdido numa banquinha de dvds promocionais...

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

RPG 4 free: F.U.D.G.E.

Olá, galera! Aqui estamos com mais uma coluninha sobre RPG, desta vez enfocando um tipo de material que não é tão recorrente nesse mundinho dos jogos gratuitos, que são os sistemas genéricos. De fato, quando se trata de RPGs gratuitos o mais comum é encontrarmos sistemas específicos para determinado gênero (e em sua maioria esmagadora, fantasia medieval), assim sendo, o FUDGE, da editora americana Grey Ghost Press, é uma grata exceção.

E o que, exatamente é o FUDGE? Eu me referi a ele anteriormente como um sistema genérico, mas a coisa vai um pouco mais além; creio que ele pode ser melhor definido como uma estrutura genérica para a criação de jogos. Em vez de oferecer um conjunto de atributos fechados, por exemplo, o mestre é quem tem a oportunidade de definir quais atributos serão usados em sua aventura/campanha. Isso, somado a um sistema de perícias e vantagens/desvantagens (aqui batizadas de bêncãos e falhas, respectivamente) garante que seja possível recriar seu sistema de jogo favorito ou, ainda melhor, criar uma mescla de seus sistemas de jogo favoritos como um todo coeso. De fato, é possível mesclar o sistema de combate de D&D com o de magias de GURPS e netrunning de Shadowrun, por exemplo. Bem como é possível criar um sistema que use o mínimo possível de regras e rolagem de dados, uma vez que é possível definir níveis de atributos e perícias simplesmente através de adjetivos, em vez de números. Para os fãs da atual tendência de jogos mais narrativistas, este é sem dúvida um prato cheio!
Por fim, vale mencionar que há uma bela versão traduzida para o português brasileiro (feita por Fábio Emílio Costa, responsável pelo antigo Fudge Brasil, que ainda está no ar e pelo mais atual blog +4) rolando internet afora pelo menos desde 2008, portanto não há desculpa para ficar sem nem ao menos experimentar esta maravilha, que já tem sua base de fãs fiéis mundo afora e que pode bem ser uma solução para fãs de um certo sistema genérico cuja editora não tem dado muita atenção para a produção de suplementos.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Pipoca: Danball Senki


Sei que muita gente não gosta do tema "garotos usando alguma coisa para lutar por si", seja pela temática extremamente infantil, seja por estar extremamente saturado: Pokemon, Digimon, Monster Rancher, Medabots... Ficaria o dia inteiro listando animes/mangás com esta temática. Até a Capcom já usou isso com seu Rockman EXE (Megaman Battle Network).

Porém no ano passado, pelas mãos do mesmo estúdio que trouxe o surpreendentemente bom Inazuma Eleven (Super Onze) foi lançado Danball Senki. Segue um resumo rápido, extraído de um fanblog de Inazuma:



Danball Senki se passa no ano de 2050. Nesta época, as crianças tem como passatempo brincar com pequenos robôs conhecidos como “LBX”, que lutam sobre uma espécie de tabuleiro. Um dia, Yamano Ban (protagonista da história), recebe um estojo de uma misteriosa mulher, que contém um poderoso LBX, Achilles-V. Ela diz que dentro está a “esperança” e o “desespero”. Isto será o começo de um grande evento.


É interessante notar que Yamano Ban não é um "loser que vira fodão", como vemos nessas series de disputas. Ele é um jogador de LBX muito talentoso, que mesmo sem um robozinho próprio consegue se sair muito bem contra os adversários (já que sua mãe não o deixa brincar com um desses, por conta de uma tragédia envolvendo o pai de Ban, que foi um dos criadores dos LBX).




Mas o que mais chama a atenção em Danball Senki, e o difere dos demais animes que seguem a linha citada no começo desse post são sutis homenagens a series de robôs gigantes japoneses e a um filme americano (sim, um filme americano). No primeiro episódio vemos claramente uma homenagem ao primeiro anime de Gundam , o 0079, mais especificamente a primeira luta de Amuro Rei contra três Zakus da facção inimiga. Até mesmo o visual dos LBX que atacaman Yamano lembram os Zakus de Gundam:



Outra coisa que é interessante também é o visual do LBX principal, onde o "Aquiles" lembra e muito o Aquiles do filme "Tróia", o escudo cortado e o design da armadura são bem parecidos, além de ambos lutarem basicamente de escudo e lança:



Agora você grita: "Ow Diogo, você não tá muito velho pra gostar desse tipo de anime não, rapaz?". Sim, sou. Mas o que achei muito legal desse anime é o fato dele girar totalmente em torno dos model kits dos personagens e eles existirem de fato! Obviamente esse filão seria explorado, já que a série foi inspirada inicialmente em um jogo de PSP, mas é muito legal ver no anime que os bonecos são mostrado como são vendidos: como model kits de montar- e já desde o primeiro episódio.


Apesar de lembrar Medabots, essa parte "customizável"- além dos "bichinhos lutadores" serem roboôs, a temática de Danball Senki lembra muito mais Angelic Layer, mas menos fantasioso (já que os robozinhos não tem expressão). E pelo que vi de trailers da série, o negócio vai virar combate de robôs gigantes em prol da salvação do mundo (o que dá margem para várias especulações sobre como isso tudo vai se desenrolar).


Enfim, ainda assisti muito pouco para falar se a animação vai se manter boa, mas até o momento o anime me deixou bem animado ("anime", "animado"... hã, hã?). A série é bem executada e os personagens transmitem um certo carisma, mas vamos ver como desenrola.


E, claro, a mão coça pra comprar esses model kits!

Mimimi: Inspirações, Desabafos e Desânimos

Olá pessoal!

Apesar de não haver muitos comentários, percebi que tivemos uma adesão legal de visualizaçõesaos artigos. Agradeço muito quem visita, e solicito, se possível, deixar sua opinião também! E muito obrigado a galera que tem comentado nos posts.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Na Estante: Rockman Zero Kotobukiya





E vamos nós com mais um Na Estante pra falar de action figure.



Devido a complicações de tempo, fica um pouco difícil fazer vídeos iguais aos do God Gundam, mas sempre que der eu faço. Porém infelizmente, dessa vez não será possível, mas vou falar da última peça que faltava para completar a coleção da Kotobukiya de Rockman.



Vamos falar do model-kit do Rockman Zero!

domingo, 12 de fevereiro de 2012

Na estante: A Vingança dos Lanternas Verdes


Como já mencionei a algum tempo, a Panini tem feito um trabalho muito irregular com seus mixes, mas extremamente legal com sua linha Panini Books- os encadernados de luxo. Apesar do preço muitas vezes salgado, o investimento vale a pena pelo acabamento. Apesar de não ser tão adepto de comprar encadernados (acho que vou começar a fazer isso), não resisti e adquiri o encadernado do Gladiador Esmeralda, que narra as primeiras aventuras de Hal Jordan após ressucitar em Lanterna Verde: Renascimento.


Mesmo com a descoberta de que Parallax na verdade era a personificação do medo e estava parasitando Jordan, os lanternas da recém restabelecida Tropa dos Lanternas Verdes desconfiam muito do terráqueo (na verdade, todos os representantes da tropa do setor 2814 sofrem esse preconceito), por conta de suas atitudes em Crepúsculo Esmeralda, em que ele matou vários lanternas, deixando outros a deriva, sem poderes, após a destruição da bateria central de Oa.

Após a chegada de um dos companheiros de Jordan que teriam morrido em Crepúsculo Esmeralda, o lanterna da Terra começa a se questionar quem mais estaria vivo, solicitando uma incursão aos setores proibidos do espaço com a finalidade de buscar os lanternas desaparecidos. Obviamente, os Guardiões negam e, obviamente, Jordan vai mesmo assim. Junto com Guy Gardner, Hal Jordan parte para uma busca quase impossível.


Há também um segundo arco envolvendo Soranik Natu, lanterna verde que substituiu Katma Tui, que por sua vez era sucessora de Sinestro. A hq, publicada originalmente na revista Green Lantern Corps envolve como o povo de Korugar reage aos lanternas, além das dúvidas e (por que não) temores da lanterna com relação ao seu legado. Há também uma história do Guy Gardner, mas esta é totalmente desnecessária. Foi acrescentada apenas como ponte para entender uma piadinha em uma outra história. O traço em GLC é meio irregular, mudando muito o desenhista, mas o artista regular da série é muito legal!

Como é de se esperar dessa fase de Geoff Johns a frente do roteiro do Lanterna Verde, a HQ é muito bem escrita, muito tudo amarrado. As histórias que precedem o arco dos Lanternas Perdidos também são legais, com destaque para o acerto de contas entre Hal e o Batman (que descobrimos ser um mimimizento rancoroso). Há também um encontro com o filho do Mongul, mas a história não é lá essas coisas. O destaque dos desenhos, claro, vai para Ivan Reis: apesar de não ter nada contra Ethan Van Scifer e gostar do Carlos Pacheco, o brasileiro arrebenta, não tem como!

O valor pode parecer salgado (quase oitenta mangos), mas para quem é fã do personagem e principalmente para quem não tem as hqs (o que era o meu caso) compensa bastante. Só achei falta de alguns extras, mas como são arcos fechados, não haveriam grandes estudos a serem feitos, na verdade.

De toda forma, recomendo fortemente para os fãs de Lanterna Verde!

Formato: 17x26 cm - 324 páginas
Lombada Quadrada - Capa Dura - Papel Couchê.
ISBN: 978-85-7351-752-1
Preço: R$79,00

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Tokusatsu Review: Kamen Rider Hibiki

Kamen Rider Hibiki, de 2005, foi uma das poucas séries dentro da cronologia atual dos motoqueiros mascarados que tentou quebrar todos os paradigmas anteriores, mas sua originalidade foi entendida por poucos. Mas em minha opinião, está entre as melhores series da franquia... mesmo que nem precisasse se chamar de Kamen Rider.

Mimimi: Otaku Muppy com Pera



E vamos para o segundo Mimimi aqui do Gambiarra, e dessa vez tocando em um assunto que rodeou minha vida por uns bons anos.

Vou falar de como a "cultura otaku" se tornou uma "cultura do leite com pera", ou como, o título sugere: "muppy com pera".

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Fliperama: Sonic Generations

Sou uma viúva da Sega. Muitos sabem disso.

Acho os games de Mega Drive muito mais divertidos que os do Super Nes, mas o Sonic mais recente que joguei tinha sido o Adventure 1 para Dreamcast- sendo assim, não consegui entender por que raios o ouriço azul era tão mal visto e zoado pelos gamers. E eu gosto dos amigos do Sonic, consigo ver sentido neles, então não entendia por que o povo criticava tanto a inclusão deles nos jogos, ou as histórias dos games (que sempre me pareciam interessantes). Mas por medo de perder dinheiro, não peguei nenhum Sonic da nova geração.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Fliperama Mobile: Ultimate Spider-Man: Total Mayhem

Diretamente do universo Ultimate prepare sua teia e seu sentido aranha nesse incrível jogo do cabeça de teia para devices móbile !

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Gambiarra na Blogosfera!


Olá amigos!
Nessa quinzena vamos falar sobre um dos clássicos da Capcom para PlayStation, Sega Saturn e arcades.