Teste Teste Teste

comments powered by Disqus

sábado, 28 de abril de 2012

RPG 4 Free: A Batalha do Apocalipse

Saudações, pessoal! Aqui estamos com mais um RPG gratuito para quem gosta de conhecer trilhas um pouco diferentes no seu roleplay.
A imagem da capa. É...
O jogo A Batalha do Apocalipse, baseado no cenário criado pelo autor Eduardo Spohr para seu romance homônimo, coloca o jogador na pele de um anjo ou demônio durante uma prolongada guerra entre as regiões espirituais tendo o mundo mortal como uma de suas frentes de batalha.
A primeira coisa que chama a atenção ao analisar o material é sua densidade. Normalmente espera-se de um RPG gratuito um material mais leve e de leitura rápida, mas não é o caso aqui, tratam-se de mais de 70 páginas de um material complexo mas sem complicações, ou seja, uma mecânica de regras bem trabalhada, mas sem burocracias desnecessárias. Tal característica torna-se ainda mais surpreendente quando vemos na capa que o jogo ainda está em sua versão 0.2, ou seja, supostamente a meta ainda é torná-lo mais sólido para uma versão definitiva.
Esta imagem está no site do download. E no livro?
O jogo aborda regras para os poderes divinos de anjos e demônios, as hierarquias e castas dessas criaturas espirituais, combate, proezas e ações físicas e até mesmo armas e equipamentos mágicos. De fato, a única falha que consegui perceber no material foi uma ausência de suporte visual. As únicas figuras que vemos no decorrer do livro são uma ilustração de Ablon e Apollyon na capa e os glifos das castas angelicais e demoníacas acompanhando suas respectivas descrições. Uma pena, uma apresentação visual mais detalhada com certeza facilitaria a atração de mais interessados. Mas enfim, da forma como está, já é um bom sistema bem sólido, aliado a uma ambientação interessante. Vale a pena ser conferido.

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Gamics 14: #EspecialVingadores


Olá pessoal!Mais um Gamics, e bem na data de estreia de um dos filmes mais esperados dos últimos anos: Vingadores!Como mencionei quinze dias atrás, a ideia é fazer um especial dos Heróis mais Poderosos da Terra que una a coluna aqui no Fenix Down e alguns posts do Gambiarra. Para alguns o tema seria mais do que óbvio, mas iremos falar da trajetória dos Vongadires (MdM®) pelos games, citando (só citando) alguns personagens obscuros que apareceram nesses jogos.Sendo assim, Avante Vingadores!

Vejam o post completo AQUI

Fliperama Mobile : Dead Space Mobile

O que dizer de um jogo que vai te assustar muito! Seja no console grande ou no Móbile,hoje vamos para o Espaço tirem as crianças e cardíacos da sala que vamos falar de Dead Space Móbile


Desenvolvido por IronMonkey Studio, e supervisionado pela Visceral Game, lançado para IOS, Android e Black Berry
Essa historia se passa entre o primeiro e o segundo game lançado para grandes consoles, do gênero survival horror com jogabilidade em terceira pessoa, o jogador assume a pele de Vendal em uma  missão nas minas de Titan Station na orbita do planeta Saturno.
Em sua missão para recuperar a força elétrica das minas  descobre da pior maneira que o lugar está todo dominado por Necromorphs (uma raça zumbi alienígena, onde não ficou definido se são humanos infectados ou aliens vindos de algum planeta desconhecido).

Vou falar primeiramente do trabalho que onde mesmo para plataformas móbile caprichou no visual deixando a experiência de jogo digno de consoles grandes. Quem teve a oportunidade de jogar Dead Space no Playstation3 ou Xbox360 não vai se decepcionar com a versão móbile que complementa ainda mais a historia. Cenários bem feitos com muitos corpos, sangue e surpresas em vários momentos da historia.


A jogabilidade é idêntica a dos consoles adaptada com muito carinho para os controles touchscreen, com uma resposta incrivelmente precisa o que amplia a diversão. Com opção de definir a mira em realidade aumentada ou manual jogadores mais experientes não vão ter dificuldade nenhuma em se acostumar, já se tornando um exímio matador logo após a primeira hora de game após se recuperar de alguns sustos.
Modo historia com 13 capítulos que nos prendem em media de 4 a 6 horas de jogo com aquele gostinho de quero mais. Opção de upgrade de armas e sua armadura durante o jogo, um divertido modo 5 minutes to kill onde vamos pra arena e como o titulo diz temos 5 minutos para destruir o Maximo possível de monstros.


Dead Space Móbile é um exemplo que grandes jogos podem sim se dar bem em Smarthphones ou Tablet é um exemplo de jogo bem feito, jogabilidade perfeita e historia. Por ultimo deixo minha dica pessoal joguem em completa escuridão se tiverem coragem!

Versão HD está $6,99 na App Store ( Americana, esperamos logo que esteja disponivel na Brasileira)

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Pipoca Japa: Armor Hero

Sim leitores, esse live action não é japonês mas dificilmente existiria sem a influência dos tokusatsus. Conheçam Kai Jia Yong Shi, o tokusatsu chinês conhecido mundialmente como Armor Hero.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Pipoca: Área Q

Ficção científica nacional. Confesso que fiquei um tanto apreensivo com a expectativa de finalmente assistir um filme que atendesse a essa descrição. Minhas informações podem até estar incompletas, mas até onde eu saiba, este é o primeiro filme brasileiro no gênero. E ele é bom? Vale sua ida ao cinema? Vale, mas é importante vermos seus pontos negativos e positivos.
Primeiro uma breve sinopse: O filme conta a história do jornalista norte-americano Thomas Matthews, enviado por um jornal americano para cobrir relatos de aparições de OVNIs em uma região do interior do estado do Ceará. Em sua investigação, Matthews conhecerá tipos peculiares e passará por experiências que colocarão à prova sua visão do mundo.

O filme segue um estilo bem semelhante ao de Arquivo X, se focando no mistério e na investigação em vez de espaçonaves, aliens com exotrajes e coisas do tipo. E isso é muito bom, pois nos poucos momentos que o filme se aventura pela área dos efeitos especiais ele infelizmente deixa a desejar, com efeitos com cara de "efeitos de novela". Ao concentrar o filme em uma história contada do ponto de vista de um jornalista investigativo o roteiro consegue uma solução inteligente para contornar essa limitação, o que é um ponto positivo.
Outro ponto positivo é a caracterização. Em todos os momentos o filme consegue CONVENCER como algo ambientado no sertão cearense (afinal, ele efetivamente É filmado com atores locais em vez de um monte de globais fazendo o papel de sertanejos). Do mesmo modo, a escolha do americano Isaiah Washington para o papel de Thomas Matthews foi uma decisão mais do que acertada. Salta aos ouvidos a diferença sonora do inglês dele e o dos brasileiros que contracenam com ele. E isso nos leva a um outro ponto, curioso, que é o fato deste ser o filme brasileiro MAIS legendado que eu já em toda minha vida! De fato, diálogos com áudio em português são a minoria absoluta, o que acaba contribuindo para nos deixar do lado do protagonista, nos passando a sensação de "cultura desconhecida" que supostamente ele deveria sentir. Boa sacada!
O último ponto positivo que não pode ser deixado despercebido é que para variar colocaram um ator negro como protagonista! Claro, é um negro norte-americano, não brasileiro, mas ainda assim é interessante, até mesmo como forma de reflexão sobre a ausência de atores brasileiros com identidade negra que possuam destaque suficiente por si mesmos para um papel desse tipo (penso apenas em uma meia dúzia).
Por fim, um filme interessante. Consegue ser uma ficção científica com cara de Brasil (leitores de Roberto S. Causo e Miguel Carqueija devem ter uma noção do que quero dizer com isso), e não uma "novela das oito falando de OVNIs", além de ser ciente de suas limitações técnicas e não tentar dar um passo maior que a perna. Recomendo tranquilamente para fãs do gênero de conspiração.

terça-feira, 24 de abril de 2012

Curta o Curta - Ruin

Oláaaaaaaaaaa pessoal!
Como tem passado?

Toda terça, mais um curta, simples assim!

O vídeo de hoje é uma produção independente, que levou mais de 2 anos para ficar pronta.
O cenário é pós-apocalíptico, onde as máquinas aparentemente dominam tudo e nanotecnologia de alguma forma se incorporou as seres humanos e o personagem principal é uma espécie de ninja moderno.

Ação, diversão e qualidade na medida certa.
Tudo indica que essa produção é a primeira parte de outras que virão ou quem sabe um filme completo.
Torçamos para que isso se torne realidade!

O curta é de Wes Ball
Produzido pela OddBal Animation em parceria com a Atraktion Films.
De acordo com a produtora, Ruin é uma espécie de "campo de testes" para as animações deles...
Enfim, tudo que dá pra dizer sobre isso é que se o "campo de testes" já é bom desse tanto, se realmente rolar um filme completo o negócio será excelente!

Boa diversão e até breve!


quinta-feira, 19 de abril de 2012

Fliperama: Street Fighter x Tekken



Olá pessoal! 

Faz tempo que não faço análise de games por aqui...Falei bastante no Mimimi, mas por aqui no Fliperama, não...

Alardeei no que considero o primeiro "Hype" do blog a possibilidade do game Street Fighter vs Tekken ser o maior crossover da década... E, apesar de poucos crossovers atuais, ele ainda ganha o título com larga vantagem, além de figurar entre os melhores games de luta de todos os tempos. Mas vamos a análise, que na conclusão (tentando uma abordagem diferente) eu explico melhor isso.

Falei no Fliperama de Super Street Fighter 4 que a história é o de menos, mas nesse caso cabe um "plano de fundo"; então vamos a wikipedia:

Na Antática, um objeto desconhecido em formato de caixa se choca em seu solo. Estudiosos analisaram sua substância e descobriram que a energia libera uma energia sem limites durante um conflito físico ou emocional. Baseado em mitologia, os cientistas nomearam o material de Pandora. A reação causada pelo Pandora ganha atenção de muitos lutadores dos universos de Street Fighter e Tekken após sua descoberta, principalmente das organizações Shadaloo e Mishima Zaibatsu. A partir de então, cada personagem tem seus objetivos 

Pode não ser um primor de história, mas o roteiro ao menos deixa mais legal e dá um "motivo" para a pancadaria rolar de forma mais ou menos plausível. 


Visualmente e sonoramente falando, o game segue o "padrão de beleza" de SSFIV, mas tudo é ainda mais vibrante: sejam os golpes que estão com mais "cores e brilhos", seja a inclusão perfeita dos personagens de Tekken no "visual Street Fighter", um ponto extremamente positivo para os designers do jogo, que conseguiram realmente fazer uma mescla bem competente. É um game de luta da Capcom com "participação especial" dos personagens da Namco. Entretanto, a quantidade de cores e luzes piscando tira um pouco da "imersão" do jogo: o sistema parece até funcionar (ainda não mexi direito nele), mas ficar "brilhando colorido" é muito Capcom vs Marvel (não que seja ruim, mas a proposta é diferente). Já o som é muito bom, mas confesso que não me apeguei muito a temas de personagens (na verdade, só a música de abertura - muito boa- realmente me empolgou).


Mas o ponto que mais me chamou a atenção com certeza são os cenários. Arrisco dizer que são os mais bem elaborados da história dos games de luta, pois brincam com a mitologia das duas franquias, variando desde os chefões do Final Fight em um teatro kabuki até mamutes renascidos lutando ou perseguindo hovercrafts (passando por robôs gigantes, dinossauros e o que mais você imaginar). 

Voltando a questão do sistema do game, SFvsTekken não é um clone de Street Fighter, muito menos um game de crossover estilo Marvel vs Capcom: ele tem um sistema próprio, que usa a engine de SF4: um pouco mais rápida, é verdade, mas nada comparado a Marvel vs Capcom e sua velocidade epilética (é importante frisar que é uma questão de direcionamento de franquia em si, não um defeito).


Os combos seguem os padrões dos "quick combos" de SF4, bem como a jogabilidade, que é toda voltada para o padrão da empresa. Isso foi uma das questões que mais assustou os fãs de Tekken, afinal Street Fighter é todo pirotecnico, com seus hadoukens e shoryukens de fogo, spinning bird kicks de cabeça pra baixo e etc. Porém, estamos falando da Capcom, e por mais mercenária que ela seja, ela sabe fazer bons jogos de luta. E sabe fazer muito bem, diga-se de passagem.

Os personagens de Tekken estão extremamente bem adaptados, seus golpes (bem mais realistas em detrimento aos da Capcom) foram "transformados" em quase acrobacias: Hworang, por exemplo, é o melhor Kim Kapwhan dos games de luta! E mesmo os personagens do Tekken que possuem projéteis no game foram tratados com "respeito" ao original (como o Blade genérico que lança shurikens). Entretanto, algumas "apelações" com os personagens de Tekken acontecem: não sou nenhum expert em jogos de luta (muito menos a franquia da Namco), mas acho que os golpes de certos personagens poderiam sofrer reduções na quantidade de dano, como os do Kazuiya, por exemplo- obviamente o mesmo vale para os personagens de Street Fighter, mas acho que neste caso, minha "vista grossa" a essa apelação deve-se a minha experência pregressa com os games da franquia da Capcom.

O sistemas de gemas e o sistema pandora não foram explorados ainda por mim, mas acredito que um aprofundamento maior  em suas mecânicas gera-se um sistema de combate mais tecnico e até mesmo mais estratégico (questão que não havia em games das duas franquias- não que sejam "smash button", mas sim estratégias com base no "improviso").


Além do modo versus tradicional, o game tem um sistema online legal, parecido com o SF4 (o problema de som que o pessoal do Fenix Down falou parece ter sido corrigido), mas acho que o grande diferencial (que ainda não testei) é a capacidade de lutar 2x2, quatro players "simultaneamente". O gameplay não muda, e com as trocasa frenéticas de personagens a união entre os dois jogadores deve ser muito alta: um "pro player" não conseguirá levar o time nas costas, por exemplo. 

As lutas são na base do Tag-Team: lutas entre duplas em que pode-se alternar de personagem a qualquer momento (igual Tekken Tag Tournament). Quando a barra de energia de um personagem se esgota, acaba o round, mesmo que o outro esteja com a "vida" completa, gerando um sistema quase desesperador para quem é noob (como eu): você tem que saber exatamente qual seu melhor personagem, para poder alternar, se necessário.
Tal sistema foi bem implementado, mas a mania da Capcom de colocar "posinhas" nos personagens trava e muito essa alternância de forma manual. Ela funciona perfeitamente nos combos.


Quando você acerta um combo, tem a possibilidade de fazer a troca dos personagens de forma automática: e isso fica impressionante quando o cara sabe chegar "combando" o adversário. Outra aplicação ótima para esse sistema são os "especiais duplos", os personagens emendam um Ultra Combo seguido do outro e não os fazem juntos, como na série "Marvel vs".

O efeito é muito bom mesmo!

A palavra de ordem em SFvsTekken é: divirta-se. Seja on line, seja com os amigos em casa. O jogo propicia diversão para todos os tipos de jogadores, dos mais dedicados aos mais "casuais" terão várias horas de diversão. Com certeza, o game é o melhor crossover de games de luta feito até então, e figura entre os melhores jogos de luta já criados em todos os tempo. Sua versatilidade, o carisma dos personagens e principalmente o respeito com que as duas empresas se tratam (pois espero o mesmo tratamento em Tekken vs Street Fighter) deveriam servir de exemplo para muitas produtoras que temos por aí.

Mesmo a Capcom sendo uma mercenária FDP.

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Mimimi: (Agora) Eu entendo podcasters!



Olá pessoal!

É, não teve o Mimimi nem o Gambiarracast na data certa. E o pior é que tava tudo esquematizado, mas devido a uma série de imprevistos, não conseguimos gravar. Mas como tudo é aprendizado, vou falar aqui sobre um pensamento que tinha sobre podcasts brasucas, e que após entrar nesse "mundo" só tem aumentado: o senso de compromisso com o público e o foco no que se faz.

A maioria de vocês sabe que são poucos os podcasts que mantém a periodicidade a risca, ou mesmo que ganham grana com isso. Um está diretamente relacionado com o outro: uma vez que esse é seu trabalho (gerar conteúdo), fica meio obrigatório manter essa periodicidade. E não, não adianta falar que "ah, mas eles não ganham nada com podcasts" por que esses caras em todo programa inserem "informes publicitários" ou mesmo fazem podcasts especificamente para "vender" um produto (ainda não engulo aquele Nerdcast de Contos de Fada). Fora outros produtos relacionados aos podcasts publicados (camisetas, canecas... "badulaques" em geral).

"Mas e quando o cara além do site/podcast tem que ganhar a vida com um trabalho 'normal'? É justificável atrasar podcast?"

Depende. Depende muito.

Qual é a principal "dependência" nesse caso? O foco. Se o site/blog for todo de podcast, o ideal é que se mantenha uma periodicidade, pois seja ela semanal ou quinzenal, todo o site é focado na publicação do cast (por isso não aceitava muito bem os atrasos do Now Loading, por exemplo, em que as colunas do site eram meio que "esquecidas" por causa do podcast). Claro que questões de complexidade ou mesmo temática do cast podem influenciar na dificuldade em editar, por exemplo- mas aí entra novamente o foco: sua temática de cast não dá pra manter uma periodicidade semanal? Faça-a quinzenal, mensal até!

Rapaz BUNITO!


Vejam meus amigos do podcast Sabe Nada no Pauta Livre News, por exemplo: o cast dos caras não tem periodicidade definida (eu, pelo menos, não sei a periodicidade) apesar dos quadros terem sempre "semana" no meio.  E funciona bem, mesmo como uma "piada interna". Mas aí, a piada vira um "meme" ou até mesmo uma cartacterística negativa, como no caso do MRG- mas eles sabem contornar isso muito bem (tanto os amtadores como os manos do Sabe Nada), apesar de eu não entender como é gerir quatro podcast que teoricamente são semanais (no caso do MRG). Acho que a estratégia do pessoal do Level+ com o Game Track e o Papo de Noob funciona bem, pois intercalam as datas quinzenalmente com equipes diferentes (que é o mesmo caso do FenixCast/FenixNews no Fenix Down). 

Mas aí há a questão também quando o podcast não é o foco do site, que é o caso do Fênix Down e do Gambiarra: o cast nada mais é que mais uma atração, algo a mais. Mas como manter uma periodicidade quando se tem inúmeras colunas, além de uma "vida fora da internet"? Essa é a grande dúvida e o grande desafio.


Não é fazendo um "mea-culpa", esse post não serve para justificar o atraso do Gambiarracast (que sai semana que vem). O que estou fazendo é apenas deixando uma série de questões que temos que pensar: quais podcasts cobrar periodicidade + qualidade e quais devemos "relevar". O público de podcast não é gado, não é "consumidor" apenas: ele faz o crescimento de um site acontecer. O recado final que deixo para a galera que ouve é esse: você não faz "mais que sua obrigação" baixando um podcast. Vocês está dando trampo pro cara (e no caso dos "profissionais", grana). Você é um cliente e como tal tem seus direitos.

Desde que você pague por isso (com camisetas, canecas e "badulaques" em geral) e enviando comentários/emails.

Já o recado que deixo aos amigos podcasters que porventura leiam isso aqui eu digo: continuem o bom trabalho. Da minha parte, sei exatamente quais cobrar e quais não cobrar. Sei como é difícil pra galera (especialmene a galera que conheço mais) como é difícil gerar conteúdo de qualidade, em face de tantos outros blogs/sites/podcasts que tem por aí. Como é difícil encontrar uma identidade própria e se manter.

Sei que os senhores fazem isso por que gostam e os respeito (e admiro) por isso.


E é isso aí, galero! Até semana que vem! 

terça-feira, 17 de abril de 2012

Curta o Curta - Zero

Você se sente um nada as vezes?
E se a sociedade onde vive te tratasse assim desde sempre?
E se, ainda, você fosse julgado pelo número que carrega, desde o dia que nasceu e estivesse fadado a seguir assim por todos os dias de sua vida?
Até que um belo dia, conhecer alguém muda as coisas e mais ainda, depois de tudo, muda definitivamente sua existência?

A animação de hoje trata sobre preconceito, amor e o famoso "dar a volta por cima".
Este curta de 2010 ganhou diversos prêmios em vários festivais no mundo.
Escrito e dirigido por Cristopher Kezelos e produzido por Christine Kezelos.

Assista, se emocione e passe adiante!


Nos vemos semana que vem!

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Pipoca Japa: Eyeshield 21


Nerds odeiam esforço físico, mas como todo ser humano adoram um boa história esportiva cheia de superação e conquistas. Para elucidar esse ponto, falarei um pouco sobre o anime Eyeshield 21, que por ser um mangá sobre futebol americano, pra mim era fracasso na certa... mas o anime teve 145 capitulos, e o mangá chegou a 37 encadernados !!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Por Aí: 1° Encontro Heróis da TV


E aí galera!

Todo último sábado do mês a loja Taverna do Ogro Encantado promove um evento de colecionadores. Este mês, junto com a loja vizinha Arsenal 51 e a PK Colecionáveis fizeram a Expo Coleções, mais voltadas para coleções em geral (mas sem esquecer as action figures).

Localizada no Shopping Vitrine Iguatemi, na tradicional Avenida Faria Lima, o evento foi um grande encontro de fãs apaixonados por coleções, o que conferiu um sentimento de "estar em casa" muito legal. Vejam aí os comentários sobre as coleções: 




E para a galera apreciar, um foto da coleção de DC Universe mais incrível que já vi:


terça-feira, 10 de abril de 2012

Resultado do Sorteio - 100 Curtir



E aí galerinha! Como prometido (e muito atrasado), sorteamos o livro A Batalha do Apocalipse por atingir 100  joinhas na nossa Fan Page do Facebook.
Obrigada a todos os que curtiram! É pra vocês que fazemos esse trabalho.


Lembram-se das regras?
1- curtir
2- somente os 100 primeiros participariam do sorteio (essa regra foi ABOLIDA)
3- os colaboradores não participam do sorteio




E o (a) ganhador(a) foooooooiii...



 Download Aqui

Entre em contato conosco pelo Facebook, Twitter ou no email: gambiarra.gambiarrablog@gmail.com até segunda-feira, 16/04. Caso você não dê sinal de vida, faremos o sorteio novamente.

Print da tela do sorteio:


Curta o Curta! - Dream Giver

E se os nossos sonhos e pesadelos fossem entregues por um pitoresco estilo de fada?
E se, numa dessas entregas acontecesse um pequeno "acidente"?

Esse é o mote central do Entregador de Sonhos,a  animação dessa semana que mistura 3D e 2D de uma maneira suave e te leva ao mundo dos sonhos das crianças.



Desta vez não consegui muita informação sobre o vídeo mas de qualquer forma, vale muito ser visto e repassado!

Dirigido por: Tyler Carter
Ano: 2012
De: Brigham Young University’s Center for Animation

Boa diversão, abração e até semana que vem!


quinta-feira, 5 de abril de 2012

FLIPERAMA MOBILE : MODERN COMBAT 2 BLACK PEGASUS

Hoje é dia de PIPOCO, no FLIPERAMA MOBILE. Pegue a granada, a faca serrilhada e grite SIM SENHOR! Hoje você vai pra guerra!


Modern Combat 2: Black Pegasus é um first-person shooter (FPS)desenvolvido e publicado pela  Gameloft (uma das maiores copiadoras produtoras de games mobile) para  iPhone, iPod Touch iPad, Android e Black Berry. È uma continuação direta  de 2009 do Modern Combat: Sandstorm e foi  lançado em 4 de Outubro de 2010.



A Jogabilidade assim como diversos jogos da Gameloft segue a linha do Call of Duty: Modern Warfare 2. O controle da equipe é de  Chief Warrant Officer "Chief" (personagem principal do primeiro jogo), Serg. t Anderson, onde começamos em uma espécie de “FAVELA” na América do Sul e temos que escapar, e a partir disso começam as missões algumas em Flashback complementando a historia do primeiro game.


Os botões são virtuais e podem ser alterados de acordo com sua necessidade na tela. Em quesito resposta não temos o que reclamar sistema de mira automática ajuda muito quem está engatinhando nos jogos de tiro.

Comparado com Sandstorm temos  uma  melhora de gráficos e controles mais robustos  além do jogo ser em HD, agora temos um ótimo multiplayer que funciona muito bem  com possibilidade de compra de conteúdo como armas e novas telas. Ponto positivo para Gameloft em que maioria de seus jogos tem  a opção de linguagem em Português PT-BR, isso com certeza ganha muitos pontos com a galera.


 Temos alguns BUGs de tela que não atrapalham na imersão se você não ligar pra alguns Talibans que flutuam ou você passando entre paredes, Quem joga no Ipad ,Iphone tem a possibilidade de espelhar o jogo via APPLE TV o que aumenta a diversão em dobro.


Modern Combat 2: Black Pegasus é um exemplo que o simples pode ser fodão nos fazendo perder muito tempo seja no modo Campanha ou no Multiplayer.


Custa $6,99 na  App Store (Fiquem de olho, pois o game sai as $99 em feriados e promos.)

Tokusatsu Review: Ultraman Max

Max ! Max ! Max ! Urutoraman Maaax !!!

Pipoca: Fúria de Titãs 2

Salve, rapaziada! E aqui estamos com a resenha de mais um filme de ação com Sam Worthigton, a continuação de Fúria de Titãs, de 2010 (que por sua vez era um remake de um filme de aventura de 1981), que infelizmente, ao contrário de Imortais, falha na tarefa de empolgar com uma aventura de deuses e mortais na Grécia antiga. Como? Porque? O que deu errado? Bom, acompanhem-me...
O primeiro (e mais óbvio) problema do filme é sua falta de desenvolvimento dos personagens. Sério, tudo e todos são rasos demais, vazios, praticamente caricaturas. Estou exagerando? Então o que dizer de Perseu, que após ter salvado o mundo no primeiro filme tem que voltar ao papel de herói relutante? Ou de Agenor, o semideus filho de Poseidon, que fica com o desconfortável papel de alívio cômico com personalidade estourada, sem brincadeira, tem até uma mocinha para o herói beijar no final. Mesmo não rolando o menor clima entre eles no decorrer DO FILME INTEIRO! O que nos leva ao segundo problema, consequência direta do primeiro: roteiro extremamente previsível. De fato, uma sinopse já seria o suficiente para entregar o filme todo: dez anos após o primeiro filme, Teseu é chamado por Zeus para ajudar a impedir que o titã Cronos se liberte de sua prisão infernal e arrase a humanidade. Teseu recusa e seu pai parte para o submundo junto com Poseidon e Ares. Lá chegando, Zeus e Poseidon são traídos por Hades e Ares, que estão em aliança para libertar Cronos. Caberá então a Teseu viajar para as profundezas, libertar Zeus e impedir Cronos antes que seja tarde demais para a humanidade.
É um roteiro realmente fraco, talvez fique bom como filme de Sessão da Tarde, mas como cinema deixa a desejar. E nem todas as explosões e lutas de espadas podem mudar essa impressão.
Ah, o visual do filme é legal. Pronto.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Gambiarracast #4(ou SeEuNãoMeEnganoCast): Street Fighter II Victory

Olá pessoal!

Quem quer mais Gambiarracast? Ninguém? Bom, táqui mesmo assim!

Uma das franquias de games mais amadas de todos os tempos, Street Fighter é um tema que muitos podcasters (bundões) de games fogem, por conta da complexidade da cronologia. E para comemorar 25 anos da franquia (sim, o SF 1 é de 87) vamos falar sobre o anime que é unanimidade entre os fãs brazucas: Street Fighter II - Victory!

Quê? Falar dos games? Você é doido é?

Então juntem-se a DioRod, Jeh_Felixx, Shinobi Diego e Sócio para (tentar) relembrar o anime: as lutas mais legais, a trilha sonora subestimada... Tudo isso e muito mais será discutido no podcast (ou não!)

E não se preocupem, galera: NÃO ESQUECEMOS a promoção. Só estamos vendo a melhor forma de divulgar o vencedor (essa semana vocês saberão quem foi).


Então não perca tempo e ouça (ou baixe clicando no botão que tem no próprio player)! Lembrando que você pode mandar um email para gambiarra.gambiarrablog@gmail.com , seguir o perfil do twitter ou curtir nossa página no Facebook!




Comentados no podcast:

Ryu vs Guile

Ryu vs Sagat

Ryu aprendendo o Hadou

Ken vs Vega

Hadouken vs Hadoushoryuken

Guile vs Zangief

Ryu vs Bison

terça-feira, 3 de abril de 2012

Curta o Curta! - Red

Olá mais uma vez!

Todos estamos acostumados a ver leituras e releituras de clássicos.
Também estamos acostumados a ver porcarias por conta disso.
Não é o que acontece com este vídeo.
Uma técnica muito bacana de desenho, utilizando nuances, sombras, perfis e é claro, a cor vermelha para contar como surgiu o tão conhecido "chapéu vermelho" da própria Chapeuzinho Vermelho.
Uma fábula resumida em cinco excelentes minutos, com profundidade, ação e tensão  sem utilizar nenhuma palavra para tal.

Completamente diferente dos dois primeiros que aqui postei.E essa é a  idéia básica do curta o curta: trazer os mais variados tipos de animação, desde que tenham qualidade e entretenham quem o assiste.E isso, o vídeo dessa semana sabe fazer!

Ele é uma produção Colombiana, deste ano.
Idealizada e realizada Jorge Jaramillo e Carlo Guillot.
E a trilha sonora, especialmente feita para o curta, ficou a cargo do músico, também colombiano, Manuel Borda.

Novamente, boa diversão, até semana que vem!
E aquele abraço!



.

Para assistir os vídeos anteriores, clique aqui (The Witcher 2) ou aqui (Vincent)

Hieróglifos: A saga das trevas eternas

Saudações a todos! Lá vamos nós revirar novamente o metafórico baú dos quadrinhos antigos. Desta vez averiguaremos um canto um pouco esquecido do baú, que paradoxalmente nos leva ao futuro. Um futuro hoje esquecido, onde encontramos um dos mais interessantes supergrupos da DC Comics, em minha opinião. Estamos no Século XXX e vamos falar da Legião de Super-Heróis em uma de suas mais marcantes aventuras pré-Crise. Eu colocaria um aviso do tipo "contém spoilers", mas sinceramente, é uma história de mais de 30 anos atrás e a edição de 2008 da Panini já traz logo na capa O spoiler do grande mistério da história, então vamos ao texto, certo?
A história é passada em um momento brilhante da Legião (doravante, LSH), com texto de Paul Levitz e traço de Keith Giffen. Coisas importantes vinham acontecendo com o grupo antes dessa história, como a admissão de Jacques Foccart como o Rapaz Invisível II, a destruição da sede por Computo (ocupando o corpo da irmã de Jacques), o desligamento de Karate Kid e Princesa Projectra do grupo devido a seu casamento, e o clima interno pesado causado pela polêmica "missão suicida" capitaneada por Camaleão (que inclusive resultou na detenção deste). A história, separada em 5 capítulos originalmente publicados ao longo de agosto-novembro de 2982, digo, 1982, conta o renascimento do novo deus maligno Darkseid em um futuro em que seus grandes inimigos, como Superman, Órion e o Pai Celestial, já haviam deixado o mundo dos vivos, tornando-o um terreno fértil para sua dominação cósmica. Nesse cenário, cabe aos legionários retomar a luta tomada pelos heróis lendários do milênio anterior.
O roteiro é impressionante no sentido de demonstrar e aproveitar os poderes da MULTIDÃO de super-seres que povoam suas páginas, como a sequência em que Violeta invade uma artéria de um dos servos de Darkseid para bloquear o fluxo sanguíneo ao cérebro e causar um derrame, ou a sequência em que para derrotar outro dos servos (este, um clone do Superman feito de matéria inanimada) o grupo usa de trabalho de equipe para fazê-lo lutar contra o Superboy, que após ser derrotado, é envolvido por um escudo de chumbo para protegê-lo do efeito de uma PEDREIRA de kryptonita amarela, que drena os poderes kryptonianos, tornando o servo apenas um golem de pedra facilmente destruído por Lobo Cinzento.
Mas sem dúvida, o grande FILÉ dessa saga é ver Darkseid dominar as mentes de TODO O PLANETA DAXAM, teleportar o planeta para a órbita de um sol amarelo (dando poderes kryptonianos a 3 bilhões de escravos obedientes) e ordenar que os habitantes do planeta QUEIMEM TUDO e remodelem o próprio planeta na forma de um monumento a Darkseid. O monólogo de Darkseid nessa parte (que até então mantinha sua identidade em segredo e se revela quando os daxamitas completam essa tarefa nefasta) é arrepiante!
Outro ponto interessante é como o final dessa saga na verdade não é ainda o fim, pois ao ser (obviamente) vencido pelas forças do bem, Darkseid parte, mas os deixa com uma maldição, que somente viria a se manifestar mais de um ano depois, em uma história publicada em julho de 1984 (essa história está incluída no encadernado da Panini e tem participação do grande Curt Swan nos desenhos), onde em meio a uma trama mística envolvendo o feiticeiro Mordru paralelamente ao nascimento do filho de Relâmpago e Satúrnia, descobrimos que na verdade, o casal teve gêmeos, um dos quais foi sequestrado por Darkseid no momento do parto e transportado para o passado, onde tornou-se um dos mais antigos inimigos da LSH, o monstrengo irracional chamado Validus.
No geral, o encadernado é bem legal. Deixa um pouco a desejar no departamento de extras, com apenas breves biografias dos roteiristas e desenhistas, além de uma galeria de capas originais. A julgar pela antiguidade da história, creio que teria sido interessante um breve "quem é quem", ou uma recapitulação da história da LSH e dos novos deuses até o momento da saga. Mas a história é muito boa, sólida, se sustenta por si só e é um ótimo exemplo de como ainda existiam áreas COERENTES na DC pré-Crise, além de uma agradável oportunidade de rever alguns personagens clássicos em seu auge (como a Supergirl aí em cima, dividindo com o Superboy um momento "mas você aguenta, Darkseid").

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Pipoca: CDZ Ômega


Pra mim é complicado falar de Saint Seiya. Sei de todos os defeitos técnicos do anime, mas ainda gosto muito. De verdade.

Sei que é muito pela nostalgia, mas não me importo: quando vejo as aventuras de Seiya e os outros (HÁ!) me transporto para a época em que assisti a primeira vez e principalmente, consigo entender o anime com o contexto da época. E, ao mesmo tempo, sei que o Kurumada é um mercenário fdp que não perde uma oportunidade de fazer grana em cima dos fãs.

Com tudo isso, fiquei muito preocupado com o lançamento de Saint Seiya Ômega. Como o anime seria transmitido as novas gerações? Como ele trataria a série original, que teve um fim no mangá que foi esquecido pelo anime? Com a primeira imagem de divulgação, meus temores começaram a diminuir um pouco: saber que o Seiya finalmente tornou-se cavaleiro de ouro e que (aparentemente) os únicos cavaleiros de Bronze Maior originais seriam Dragão e Pegasus me deixaram no mínimo curioso.



E hoje eu vi o primeiro episódio. E fui transportado para aquela época de novo.

Mas mais uma vez fica difícil falar de Saint Seiya: a animação de fato não é top de linha, mas para um anime que irá durar muito tempo (eu espero), acaba que ela fica menos trabalhada. Mas ainda sim é muito boa; as músicas, bem como os efeitos sonoros são muito parecidas com as originais, e o efeito da armadura sendo vestida pelo protagonista é o mesmo da época. Acredito que tudo tenha sido muito bem pensado, para trazer novos fãs e agradar aos antigos.

Sei que você, otaku mupy com pera, que acha que  Dragon Ball Z da Globo é o ápice da nostalgia vai discordar, falando que CDZ Ômega é ruim e tals. Mas esse anime não é pra você, fique com seu Naruto, One Piece e seu Bleach e seja feliz.

E pra quem quiser conferir (e enquanto o Youtube não tira do ar) fiquem com o primeiro episódio, para entender melhor o que eu acho: