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quinta-feira, 5 de abril de 2012

Pipoca: Fúria de Titãs 2

Salve, rapaziada! E aqui estamos com a resenha de mais um filme de ação com Sam Worthigton, a continuação de Fúria de Titãs, de 2010 (que por sua vez era um remake de um filme de aventura de 1981), que infelizmente, ao contrário de Imortais, falha na tarefa de empolgar com uma aventura de deuses e mortais na Grécia antiga. Como? Porque? O que deu errado? Bom, acompanhem-me...
O primeiro (e mais óbvio) problema do filme é sua falta de desenvolvimento dos personagens. Sério, tudo e todos são rasos demais, vazios, praticamente caricaturas. Estou exagerando? Então o que dizer de Perseu, que após ter salvado o mundo no primeiro filme tem que voltar ao papel de herói relutante? Ou de Agenor, o semideus filho de Poseidon, que fica com o desconfortável papel de alívio cômico com personalidade estourada, sem brincadeira, tem até uma mocinha para o herói beijar no final. Mesmo não rolando o menor clima entre eles no decorrer DO FILME INTEIRO! O que nos leva ao segundo problema, consequência direta do primeiro: roteiro extremamente previsível. De fato, uma sinopse já seria o suficiente para entregar o filme todo: dez anos após o primeiro filme, Teseu é chamado por Zeus para ajudar a impedir que o titã Cronos se liberte de sua prisão infernal e arrase a humanidade. Teseu recusa e seu pai parte para o submundo junto com Poseidon e Ares. Lá chegando, Zeus e Poseidon são traídos por Hades e Ares, que estão em aliança para libertar Cronos. Caberá então a Teseu viajar para as profundezas, libertar Zeus e impedir Cronos antes que seja tarde demais para a humanidade.
É um roteiro realmente fraco, talvez fique bom como filme de Sessão da Tarde, mas como cinema deixa a desejar. E nem todas as explosões e lutas de espadas podem mudar essa impressão.
Ah, o visual do filme é legal. Pronto.

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