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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Pipoca: Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge (Antes & depois)

Olá, pessoal! Aqui estamos novamente com um Pipoca, desta vez estou apostando em um formato um pouco diferente. Estou começando a escrever este texto às 16:46, algumas horas ANTES de ir ao cinema assistir o novo e badalado filme do guardião de Gotham City, e usarei este espaço para descrever minhas impressões e expectativas. Ao retornar, prosseguirei com o texto e discutirei se o filme esteve à altura da expectativa.

ANTES
30 de julho de 2012, 16:46

Quais são minhas expectativas quanto ao filme? Em primeiro lugar, devo dizer que no cinema aqui perto de casa só há cópias dubladas do filme, então minha expectativa cai um pouco por causa desse fator. Por ser blockbuster altamente divulgado e tal, tenho a PLENA noção de que a sala estará lotada, incluindo muitos adolescentes barulhentos, o que é um baita de um desconforto em um filme dublado. Mas vamos em frente.
Eu tenho buscado manter distância de outras resenhas e opiniões sobre o filme antes de vê-lo (exceto, é claro, a resenha feita pelo Müller aqui no Gambiarra mesmo), portanto estou esperando ser surpreendido. Lembro de ter lido meses atrás um texto no Cracked (aqui, em inglês) especulando qual seria um possível desfecho para a saga de Nolan, e realmente é o tipo de roteiro que eu gostaria de ver, algo que mostra a lenda do Batman por fim se impondo como algo mais forte que o próprio indivíduo, mas não estou alimentando muitas esperanças a esse respeito; caso o resultado final do filme efetivamente seja nessa linha, grande, é o filme que eu queria ver, mas realmente estou preparado para qualquer coisa. Até mesmo por que Nolan tem toda a liberdade, esse filme deve fechar o arco e (pelo menos especula-se) deve dar a partida em um reboot das franquias cinematográficas da DC, para abrir espaço para o futuro filme da Liga da Justiça (o vindouro filme do Superman já deve se encaixar nesse reboot).
Então, até o momento, o que espero é isso: um filme com sensação de TOTALIDADE, até mesmo com liberdade para que Bruce Wayne encontre seu fim, efetivamente. Vamos ver daqui a algumas horas...

DEPOIS

31 de julho de 2012, 01 da manhã.
Antes de começar, o essencial a ser dito: ASSISTAM! ASSISTAM! ASSISTAM!
Tendo desentalado isso da garganta, devo dizer: vai ser difícil fazer este texto sem soltar spoilers indevidos, mas vamos lá. Em primeiro lugar, a pergunta que não quer calar: é melhor que o Cavaleiro das Trevas? Depende e MUITO do gosto do espectador. Para mim mesmo, por exemplo, a experiência foi muito melhor, mais envolvente, deu realmente uma sensação de conclusão digna para a trilogia. Com relação à parte do "antes" da resenha, posso dizer tranquilamente que até superou minhas expectativas. Então vamos às nossas observações sobre os elementos do filme:
*Trama: Em todo o sentido do termo, temos aqui uma ADAPTAÇÃO de O Cavaleiro das Trevas de Frank Miller. Praticamente todos os elementos do roteiro podem ser rastreados para um elemento semelhante na clássica graphic novel dos anos 80. E refletindo sobre isso, nesta trilogia o Christopher Nolan fez uma bela de uma pegadinha do Mallandro: fez um mix de o "Longo dia das Bruxas" e "A Piada Mortal" e disfarçou com o título de Cavaleiro das Trevas; ele repetiu a dose disfarçou o mix de "Cavaleiro das Trevas" e "Terra de Ninguém" colocando no filme o vilão principal de "A Queda do Morcego". De fato, não sobre muito com relação a spoilers a partir do momento que você percebe (logo no começo do filme, com um Bruce Wayne envelhecido) que esta é uma interpretação do Cavaleiro das Trevas. Resta apenas identificar quem está fazendo o papel de quem.
*Caracterização/elenco: Mandaram muito bem aqui com o Bane. Escolheram Tom Hardy, um ator forte, mas sem uma musculatura exagerada como um The Rock da vida. Isso foi bom, caso contrário haveria o risco do personagem ficar meio caricato. Anne Hathaway como Selina Kyle (em momento algum referida como Mulher-Gato, não sei por qual motivo) também acaba impressionando. Confesso que fui um dos que suspeitou de uma atriz meio "sem sal nem açúcar" para fazer o papel de um ícone de sensualidade como Selina, mas é aí que atores mostram que são bons: ela consegue ser sensual e sedutora não com um corpão voluptuoso, mas sim por suas atitudes, pela segurança que ela expressa. Ponto positivo também para os veteranos Michael Caine (Alfred), Morgan Freeman (Lucius Fox) e Gary Oldman (Comissário Gordon). De fato, Michael Caine em mais de um momento chegou perto de me roubar lágrimas! O único ponto negativo no elenco é algo que não teve como evitar: tem UMA CENA que ao assistir ficará bem claro que era planejado o Coringa estar nela. Eles escolheram usar outro personagem no lugar dele, mas fica óbvio que não era para ser ele. Essa escolha foi melhor do que fazer o Coringa com outro ator, mas não sei, talvez tivesse sido ainda MELHOR excluir essa sequência.
*Efeitos especiais: Muito bem integrados ao cenário. Tem coisas que você só chega a ter a noção de que é um efeito por que seriam realmente inviáveis no mundo real, como a versão monstruosa do batplano voando. Não são coisas do tipo realmente impressionantes, pelo contrário, eles são bons justamente pq você não os percebe, eles transmitem naturalidade à cena. Tendo dito isto, considere bem se você REALMENTE quer assistir em 3D ou algum outro formato de luxo, pois na minha opinião, sinceramente não há nenhum momento com impacto visual a ponto de justificar o gasto extra.
Enfim, não sou nenhum fanboy do homem-morcego, isso é fato, mas também é fato que esse foi um dos filmes que mais me divertiram este ano. Bem mais do que Vingadores, eu diria que está pau a pau com Area Q e John Carter.
Assim, repito o que já disse lá em cima: ASSISTAM!

domingo, 29 de julho de 2012

Galeria: Imbisibol




Fala pessoal!


Vou aproveitar o tempinho livre nas arrumações aqui para falar de um artista do deviantart que me deixou bem animado!

sábado, 28 de julho de 2012

Fliperama Especial Youtube 2



Fala galera! Ando sumido, não?

quinta-feira, 26 de julho de 2012

Curta o Curta - Hezarfen

Olá pessoal!
Tudo bem aí?
Aqui tudo lindo!




O sonho do homem, ou ao menos de alguns, é voar.
Mas o que aconteceria se um desses aventureiros se arrependesse na hora do salto?
Ao que parece, muitas confusões.
O palco onde tudo acontece é Istambul no ano de 1632.




Boa diversão e até a próxima semana!
Abraço!


quarta-feira, 25 de julho de 2012

Na estante: Warhammer Fantasy Roleplay


A MONSTRUOSA caixa básica
Saudações, pessoal! Aqui estamos com uma pequena visão sobre este que é (juntamente com o Aventuras Fantásticas), um dos mais tradicionais sistemas de RPG da Inglaterra. Trata-se do Warhammer Fantasy Roleplay, um sistema originado como um subproduto do wargame Warhammer Fantasy Battles (tem "war demais neste texto, não?") e que após um atribulado histórico de períodos de publicação e períodos de ausência, teve sua terceira edição lançada em 2009, trazendo um sistema com mecânica completamente inovadora. Continue lendo...
Em primeiro lugar, uma coisa que o interessado em potencial deve ficar atento é que o jogo está disponível em duas apresentações diferentes: uma é a caixa básica (o formato que eu tenho em mãos), que contém 4 livros, vários cards, figuras destacáveis para montar em suportes plásticos, um BLOCO de fichas de personagem em branco para preencher, toneladas de dados especiais, fichas de grupos... Muita coisa! A outra apresentação é composta por três livros bem grossos que combinam o conteúdo dos 4 livros da caixa básica e dos cards.
Conteúdo da caixa. Muita, muita, MUITA coisa.
E o que são, afinal, esses tais cards? São mecanismos de auxílio tanto para o mestre quanto para o jogador, para evitar que durante o jogo seja necessário folhear páginas e páginas de livros para verificar os efeitos de um feitiço, de uma habilidade, de um item, de um tipo de ferimento. Uma boa sacada! Os cards se dividem em: ações, ferimentos, talentos, condições, insanidade, habilidades de carreira, falha de magia, locais e itens.
Além dos cards, outro componente inovador do jogo é o sistema de postura do personagem. Simplificando bem, o personagem tem um marcador que indica se ele usa uma abordagem mais cautelosa ou mais agressiva em determinado momento. Isso é representado por um marcador de peças de papel cartão que se encaixam como um quebra-cabeças e um indicador que se move de uma posição para a outra.
Reinventando os dados no RPG.
Outro ponto inovador na mecânica do jogo é o uso dos dados. Enquanto estamos acostumados, na maioria dos jogos, a jogar um único dado contra o valor de atributo ou perícia para obter um número maior ou menor do que nosso alvo, dependendo do sistema, em Warhammer nosso valor de atributo representa quantos dados de atributos jogar. O dado de atributos é um d8 com símbolos em suas faces representando sucessos, fracassos e resultados especiais; no caso do uso de habilidades, o personagem adiciona à sua jogada os dados de especialização, que têm resultados neutros ou positivos, jamais negativos; no caso de situações favoráveis, usam-se os dados de fortuna, que podem render MAIS resultados favoráveis; em caso de situações desfavoráveis, há os dados de azar, que podem render ou resultados desfavoráveis ou neutros; há ainda os dados de postura agressiva ou cautelosa, que determinam efeitos favoráveis, mas também têm o potencial de fazer com que a tarefa seja mais cansativa ou demorada, respectivamente. Por fim, temos os dados de desafio, que representam o nível de dificuldade da tarefa e podem eliminar os sucessos do personagem. É mais ou menos uma versão mais elaborada do sistema Storyteller. Explicando com palavras realmente soa um pouco complicado, mas ao ver funcionando na prática, é fácil ver como isso agiliza em muito as ações. O que é deveras adequado, pois o sistema é feito para combate rápido e brutal, com alto nível de letalidade.
Temos ainda as carreiras, que são muito semelhantes às famosas classes do D&D, mas o diferencial delas é que não estamos aqui restritos a classes tipicamente heróicas. Então, se por um lado temos coisas impressionantes como o anão matador de trolls, por outro temos coletores de impostos e caçadores de ratos! É interessante que isso abre a possibilidade para um jogo não apenas com heróis típicos, mas também com pessoas normais pegas no meio de uma trama que pode mudar o mundo. Legal!
E, por fim, temos ainda as planilhas de grupo! Com elas, os jogadores criarão seus personagens em torno de um conceito único, e elas representam como sua atuação em conjunto rende benefícios ao grupo como um todo. Essa planilha representa, ainda, como a tensão de trabalhar em grupo afeta seus membros.
Ufa! É isso! Como já disse, esses componentes todos eliminam a necessidade de consulta a livros durante a partida, mas o ponto negativo (pelo menos na minha opinião) é que dificultam o transporte do jogo de um canto para outro, são muitas pecinhas que podem se perder facilmente, faz falta ter a opção de baixar e imprimir cards e outros componentes para reposição, até por que, eles NÃO são vendidos separadamente. Seria interessante também se essa caixa incluísse alguns personagens prontos, uma vez que o sistema de construção de personagens foge um pouco do tradicional e pode confundir um pouco o jogador em um primeiro contato.
Enfim, são pequenos detalhes que não chegam nem PERTO de estragar este jogo. Seria uma ótima notícia ver esse material disponível em nossa língua...
Para completar, segue aí um vídeo para encher os olhos com o conteúdo da caixa. Divirtam-se!

terça-feira, 24 de julho de 2012

Gambiarracast 7: Samurai X é o seu c.....

Não se acostumem com periodicidade.

Fala galera!

Dessa vez DioRod, Kai Urusai e sócio chamam o mano Wesley Pires para falar sobre Ruroni Kenshin!

Não perca tempo e ouça (ou baixe) abaixo!



  

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Comentados no podcast:


sexta-feira, 20 de julho de 2012

Pipoca: Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge


Antes de começar falar do filme em si, quero comentar o fato que recebi hoje cedo por e-mail, um maluco entrou em um cinema nos Estados Unidos com uma máscara de gás que a mídia obviamente vinculou ao vilão Bane ( e não ao fato do cara usar a máscara por ter usado gás lacrimogênio, interessante) e matou 14 pessoas, deixando mais de 50 feridas. É bastante triste isso, é esse tipo de coisa que prejudica a imagem de filmes de ação e mesmo de filmes baseados em quadrinhos, uma coisa que deveria ser para diversão. Infelizmente as pessoas nessa sessão não tiveram essa diversão mas foram tomadas pelo desespero.


Enfim, assisti ao Batman: O Cavaleiro das Trevas Ressurge, e a melhor palavra, recomendada para todas as idades para descrevê-lo é: Épico. Quer dizer… Nolan foi capaz de levar Batman aos seus principais limtes, terminou sua trilogia como começou, explorando alguns novos territórios do personagem .

É interessante como cada peça se encaixa, como em um quebra-cabeças fantástico… é como se a história fosse pensada em todos os detalhes desde Batman Begins.

A primeira coisa que qualquer fã de quadrinhos lembra quando pensa no filme é o arco “A Queda do Morcego” que é óbvio serviu de inspiração para o filme, que trouxe às telas a real ameaça que Bane significa para Batman, e ainda aprimorou as coisas, fazendo com que tudo o que o vilão executasse tivesse um propósito maior.

Sinopse Oficial:
“Oito anos se passaram desde que Batman desapareceu na noite e passou de herói para fugitivo. Ao assumir a culpa pela morte de Harvey Dent, o Duas Caras, o Cavaleiro das Trevas sacrificou tudo pelo que ele e o Comissário Gordon esperavam ser o melhor. Por um tempo a mentira funcionou, com a criminalidade em Gotham City sendo destruída pela lei anti-crime de Dent.

Mas tudo irá mudar com a chegada de uma ladra com interesses misteriosos. Muito mais perigoso, porém, é o aparecimento de Bane, um terrorista mascarado cujos planos cruéis para Gotham buscam tirar Bruce de seu exílio autoimposto, mas mesmo usando novamente seu capuz e sua capa, Batman pode não ser páreo para Bane”

Ok… a sinopse oficial acredito que todos já conheciam, né? Mas acredite, qualquer detalhe adicional estragaria a série de surpresas que o filme prepara.

Elenco

Como sempre, Christopher Nolan não decepciona quando se fala em elenco, o cara já tem um time de confiança, e que time hein? Como era esperado Sir Michael Caine (Alfred Pennysworth), Gary Oldman (Comissário Jim Gordon) , Morgan Freeman (Lucius Fox) que reprisam seus papéis nos filmes, fazem-no majestosamente. Claro, não vamos esquecer da estrela principal, Christian Bale nesse filme tem muito mais destaque que no anterior, temos um Batman e um Bruce Wayne como jamais visto nos filmes de Nolan ou na antiga Tetralogia, assim como o personagem, o ator foi levado a seus limites e correspondeu às expectativas. Além da grata surpresa de termos por alguns segundos Liam Neeson como Ra’s Al Ghul novamente.


Novatos na franquia, mas antigos na lista de confiança de Nolan, temos Joseph Gordon-Levitt, Marion Cottiliard e Tom Hardy. Levitt aqui representa o compassivo John Blake, um agente da polícia que, apesar das falsas acusações ainda acredita no Batman e tem um papel importante na volta de Bruce Wayne à ação. Marion Cottiliard, sempre graciosa interpreta Miranda Tate, uma bela empresária que tem interesse na Wayne Corp e em seu dono. Tom Hardy, desse é mais delicado falar, o ator fez o possível com expressões corporais e dos olhos para interpreter o Bane, e o ator se sai muito bem, apesar de irreconhecível com a horrenda aparência do vilão, o único problema do ator é o vilão do filme anterior, Heath Ledger fez um Coringa tão bem, que com certeza serve de parâmetro para qualquer vilão do Batman, mas aí que está o Coringa não é um vilão físico, precisa ser perspicaz e convencer com a conversa, então, é interessante evitarmos esse tipo de comparação.

E quanto à Anne Hathaway? Eu achei fenomenal a atuação da atriz como Selyna Kyle, ou também conhecida nos quadrinhos como a ladra Mulher-Gato, a atriz não tenta imitar Michelle Pfeiffer, ou muito menos Hale Berry, trazendo uma Mulher-gato menos caricata e mais no mundo real, espero vê-la nas próximas produções de Nolan

Um elenco desses já é quase garantia de um bom filme, aliado à uma equipe competente, é certeza que não tem como se decepcionar.

Impressões Finais

O filme propositalmente começa com uma quebra de ritmo, ou seja, aquele clima dinâmico de “Batman: Cavaleiro das Trevas” é perdido ao inicio do filme, tendo destaque algumas questões burocráticas da chata vida de Bruce Wayne (afinal ele não é mais o Batman). Porém todos os detalhes que fizeram de seu antecessor um excelente filme estão ali: A entrada triunfal do Vilão, o plano insano, a moça charmosa (Okay, a Maggie Gylenhaal não era um exemplo de charme mas finjamos que sim, seu talento compensava), assim como o filme trás muitos elementos de Batman Begins, que não ficam a partir de certo ponto do filme ocultos, aquela grata surpresa que tivemos ao ver pela primeira vez a Hammer do Homem Morcego em Batman Begins, retorna quando é apresentado o planador “Morcego”.

Temos aqui um filme muito mais ambicioso e intenso que o Cavaleiro das Trevas, quando eu digo intenso, acredite, isso o filme é de sobra… sem revelar detalhes da trama, basta dizer: Os planos de Bane são muito mais ambiciosos que os do Coringa e muito mais cruéis que os de Ras’ Al Ghul (interpretado por Liam Neeson em Batman Begins), não é possível dizer se é ou não melhor que o Cavaleiro das Trevas, só que é mais chocante e mais físico também, afinal da trilogia, Bane é o único que apresenta um oponente de força para o Morcego… ou seja, quem gosta de surpresas e ação, tem um prato recheado e tem grandes chances de achar esse filme melhor que o anterior… eu pessoalmente sai com a impressão de ter visto o melhor filme baseado em um personagem de quadrinhos, apesar da representatividade que tem Superman: O Filme, Batman O Cavaleiro das Trevas Ressurge, trás o que tem de melhor nos quadrinhos, dando um desfecho merecido à melhor franquia de filmes baseados em quadrinhos.


Trailers






quinta-feira, 19 de julho de 2012

Curta o Curta - The Gift

Oi Pessoal! 
Tudo bem?
E não é que nessa semana lembrei do curta no dia certo?


Pois bem.
Esse vídeo nem é tão recente, foi publicado em dezembro do ano passado mas nem por isso deixa de ser incrível.
Uma caixa misteriosa, que só abre com DNA de determinada pessoa, esconde algo que não deve ser
visto.Ou será que deve?
Ação e perseguição numa Russia futurista!

Possui algumas falas, com legenda em inglês mas nada muito complexo de ser entendido.

Boa diversão e semana que vem nos vemos novamente.E no dia correto!

 

terça-feira, 17 de julho de 2012

Pipoca: Chernobyl

Olá, pessoal! Aqui estamos com mais um Pipoca para fazer algo que não faço a tempos: falar MAL de um filme! E sem papas na língua! Vamos a ele!
No geral, este Chernobyl (Chernobyl Diaries, no original), segue fórmulas bem batidas de cinema de terror. De fato, é até fácil vê-lo como uma COLAGEM de diversoso filmes. Por exemplo, logo de começo já vemos o tema óbvio de "jovens americanos em férias na Europa", tendo a Europa como um lugar todo improvável e até mesmo o clichê de um dos personagens dizer que "as garotas daqui são maluquinhas, cara!"; não é preciso ser nenhum gênio para ver que isso foi tirado diretamente de O Albergue. Ok.
Vemos também bastante de filmagens de cenas da viagem dos jovens e bastante conversinha entre eles, o que acaba criando um clima semelhante a A Bruxa de Blair. Embora deva-se dizer que felizmente não, não ficamos o tempo todo vendo filmagem de câmera tremida. Ok.
Pois bem, os tais jovens americanos acabam entrando em contato com um agente de viagens meio suspeito que se oferece para levá-los a uma pequena excursão na cidade abandonada de Prypiat, que fica ao pé da usina de Chernobyl, onde ocorreu um dos piores desastres nucleares da história. Depois de muito "não sei, vou ou não vou", o grupo acaba concordando e indo conhecer o local. E é aqui que a chupinhação de Bruxa de Blair fica mais óbvia, a ponto de se tornar irritante!
O filme tenta posar como sombrio e misterioso, mostrando paisagens da cidade desolada e tal, mas acaba sendo apenas... CHATO! E muito! Desse ponto em diante a história acaba realmente se tornando "A Bruxa de Blair em ambiente radioativo".
Um filmezinho bem dispensável e óbvio. Merece e muito ser chamado de RUIM um filme de terror que apresenta cenas que NÃO são assustadoras e tenta disfarçar isso colocando o velho truque de trilha sonora com som grave bem baixo e de repente um estouro SÚBITO de volume! Tenho certeza que ninguém teria o MENOR susto com esse filme se o som estivesse no mudo...
Enfim, é um filme clichezão. Para não dizer que é completamente irredimível, pelo menos tiveram o bom-senso de não transformar em mais uma daquelas porcarias de festivais gore, mas isso não muda o fato que ele não diverte, não assusta, não faz pensar, não serve nem como filme B. Fuja dele como se fugisse de uma área radioativa.

sábado, 14 de julho de 2012

O maior crossover de TODOS!

Ah, meus amigos... 

Como o deus dos quadrinhos as vezes é bondoso...

sexta-feira, 13 de julho de 2012

Hype: Webserie de Halo



E começam as revelações da San Diego Comic Con!

A primeira delas é o trailer da web serie OFICIAL de Halo, trazendo mais informações e ampliando o cenário de Halo 4!



Serão 5 episódios, começando dia 5/10 até o dia do lançamento do game.

Não há palavras que descrevam minha empolgação. Bem como o próximo post, fiquem ligados!

Curta o Curta - Load

Olá!
E a memória, como vai?
A minha, como da pra notar, anda ruim, hehe.



Nosso mundo nos sobrecarrega de responsabilidades e algumas vezes nem percebemos.
Somos cobrados, rotulados e muitas vezes, o peso é tanto que tudo que precisamos é mudar drasticamente a rotina.
É isso que propõe essa animação selecionada para o Anima Mundi 2012.
Curta bacana pra refletir.

Boa diversão e até semana que vem!


quarta-feira, 11 de julho de 2012

Gambiarracast #6: Só eu não gosto disso?

Olá pessoal!

Sim, eu sei que estou sumido. O trabalho consome mais do que imaginei...

MAS TEMOS UM GAMBIARRACAST, EEEE!!!

Sabe que aquele jogo que todo mundo gosta, mas você não? Aquele game consagrado, que os fanboys piram nas redes sociais, mas você não vê graça alguma?

Então, falaremos de alguns dele hoje.

Recebendo os manos Fábio Sooner, Francisco Ramos e Ricardo Pasqual do site e podcast Respawn, vamos atiçar os fanboys que tem ataque de pelanca sempre que alguém fala mal daquele jogo favorito. Não vou colocar os links dos jogos falados, pra você ter "aquela" surpresa.

Ouça abaixo ou baixe o MP3 e se divirta (ou se irrite)





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E até daqui não sei quando!

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Curta o Curta - I, Pet Goat II

Olá pessoal!
Corujando por aí também?
Tenho esquecido quase tudo.Única coisa que não tenho deixado passar batido é  minha felicidade e espero que a de vocês também seja constante.

Nos últimos anos, vários acontecimentos mexeram com nosso planetinha.
Muitas esperanças foram feridas, nossos heróis parecem adormecidos e tanta coisa acontece pra nos deixar perdidos que se dermos um minuto de bobeira, parece que o pouco que nos resta, também sumirá.

No fundo, nem vejo as coisas com tanto alarde apesar de perceber a apatia social que todos temos de alguma forma.

O vídeo dessa semana é um resumo/reflexão pra mais uma vez pensarmos em tudo que nos tem cercado nos últimos anos e nos anos que ainda virão.

Muitas mensagens neste vídeo excelente!

Divirtam-se ou alarmem-se!
Até breve e um grande abraço!



I, pet goat II from Heliofant on Vimeo.

 ATUALIZADO!

Curioso que sou, acabei achando o mesmo vídeo no Youtube, com explicações sobre tudo que aparece nele. Está em inglês mas creio que não será grande problema o entendimento.

 

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Hieróglifos: Gilgamesh II

Olá, galera! E cá estamos com mais gibis velhos lotados de poeira atacando a sinusite e provando serem um teste da força de vontade de qualquer um! E o escolhido desta vez é uma obra autoral do biruta de carteirinha Jim Startlin. Trata-se de Gilgamesh II.
É uma historinha até que bem simples, nem de longe tão profunda ou pirada como Dreadstar ou a Saga de Thanos, chegando a lembrar mais o ritmo de Desafio/Guerra/Cruzada Infinita, mas sem as batalhas de trocentos personagens que caracterizaram essa trinca de séries.
A história conta sobre dois bebês alienígenas que chegam à Terra e são os últimos sobreviventes de sua espécie. Um dos bebês (o protagonista) é adotado por uma mulher membro de uma comunidade hippie e o outro fica perdido na selva amazônica. Com o passar do tempo, o garoto que foi adotado cresce e demonstra capacidades físicas e mentais muito superiores às dos meros humanos, tornando-se o presidente da megacorporação que rege o planeta (ao mesmo tempo escondendo sua origem alienígena), até que eventos além de seu controle o levam a uma jornada em busca de suas origens e do segredo do seu destino.
Como disse, é uma historinha bem simples, até. Não é o melhor da forma de Starlin, mas também não é tão oco quanto Desafio Infinito. Temos aqui um tema recorrente na obra de Starlin, o personagem que é um pária na sociedade que ele mesmo acaba dominando (como o vilão Lorde Papal, de Dreadstar ou Adam Warlock na Terra Paralela do Magus) e vemos o autor pegar bem mais pesado em termos de violência e trangressão do que ele seria permitido com material Marvel.
Enfim, é uma leiturinha legal, interessante, rápida e descompromissada. Vale como curiosidade e pelo IMPAGÁVEL momento em que a mãe adotiva de Gilgamesh escolhe um nome para ele!