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domingo, 30 de setembro de 2012

Na Estante: Lion-O Classics Bandai




Fala pessoal! Voltando com vídeos, confiram o review do Lion clássico lançado pela Bandai!




sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Curta o Curta - The Archiver

Olá pessoal!
Depois de uns dias sumido, eis-me aqui novamente.


Realmente não consegui tirar muitas conclusões sobre essa animação.
Ao que parece , é uma idéia pra algum filme ou game ou simplesmente pra mostrar a qualidade do trabalho do estudio que produziu a animação.Está mais no campo do conceito que qualquer outra coisa, porém, é de uma perfeição e refinamento ímpares.
Típico vídeo que nos da aquela sensação de quero mais.
Espero que seja um deleite para vocês também.
E se puderem, assistam em HD.


Abraço e até breve!!!


RPG 4 Free: The System

Saudações, pessoal! Aqui estamos com mais uma jóia dos RPGs gratuitos. Trata-se do criativamente batizado The System, da New Big Dragon Games, mais um representante da atual tendência em emular o estilo e o espírito das regras de jogos antigos, mas com uma grata diferença da maior parte dos retroclones: em vez de ser mais um descendente do D&D, The System busca ser um sistema universal e genérico. Os mais atentos podem ver nessa descrição uma semelhança com o conceito do GURPS, mas na verdade a inspiração vem de algo um pouco mais antigo e pouco conhecido por estas bandas, o HERO System (uma das influências que guiaram Steve Jackson na criação de seu sistema). Assim como os dois sistemas mencionados, The System apresenta a possibilidade de construir personagens em qualquer tipo de período/cenário, e também como eles, apresenta um sistema de regras bem simples, que cabe em menos de 30 páginas, mas é construído de forma sólida o suficiente para que seja passível de ampliações sem se tornar uma colcha de retalhos contraditória. Altamente indicado para interessados em versatilidade genérica e forte candidato a substituir o GURPS como meu sistema principal.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Pipoca: Dredd

Salve, pessoal! 2012 tem sido um ano BEM fértil para o cinema de ficção científica, sem sombra de dúvida! E não se trata só de quantidade, temos visto bastante coisa de qualidade nas nossas salinhas, e este Dredd aqui não foge à tendência!
Não é a primeira vez que o policial brutal dos quadrinhos ingleses ganha as telas grandes; a primeira vez, como ainda deve estar fresco na memória de alguns, foi com o malfadado "O Juiz", de 1995, estrelando Sylvester Stallone, que pecava em descaracterizar as características mais icônicas do protagonista, que originalmente jamais tira seu elmo e é praticamente não possui uma personalidade, sendo basicamente uma máquina viva de cumprimento do dever.
Pois bem, a produção de 2012 acerta nesse ponto, ao manter o ator Karl Urban trancado em seu elmo o tempo todo, e convencendo bem no papel de juiz, júri e executor implacável. De fato, o comportamento de Dredd tem MUITO em comum com o do Robocop em seu primeiro filme.
Outro elemento que chama a atenção no filme é a violência. Não se trata de um filme de ação no sentido de grandes façanhas de agilidade, acrobacias ou semelhantes; em vez disso temos um ambiente de tiroteios exageradamente brutais. Boa coisa que a censura tenha sido 18 anos, seria decepcionante ver certas cenas reduzidas em seu potencial violento.
Chama também a atenção a riqueza estética da obra. Temos aqui um cyberpunk bem sujo, sem exageros de brilho e neon, os momentos de "brilho" do filme acabam acontecendo justamente para acentuar personagens sob efeito de drogas (um elemento da trama é justamente uma droga que altera a percepção do usuário para que ele sinta o tempo passar mais lentamente).
O filme peca apenas por ter um ritmo um tanto quanto arrastado; quando não estamos nas cenas de tiroteio propriamente ditas o roteiro parece meio incerto, dá quase a impressão de ser um episódio ampliado de um seriado em vez de um filme. Até mesmo o final do filme reforça um pouco essa impressão.
No geral, um filme legal. Não é o melhor dessa safra de 2012, mas também passa longe de desonrá-la. Naquilo que ele se propõe, é bem sucedido: uma visão violenta de uma sociedade totalitária com o crime correndo solto. Quando ele tenta SAIR disso que ele fraqueja.

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Curta o Curta - The Rifle's Spiral


Depois de mais um breve hiato, eis-me aqui novamente!


Não é minha idéia principal trazer clipes musicais aqui mas este, feito para a musica The Rifles's Spiral da banda The Shins ficou tão bacana que é praticamente impossível nao querer compartilhar.
Portanto, aproveitem!.


A música é bem relax e a animação em stop-motion, bem executada e chamativa.

Divirtam-se e até logo!
 

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Pipoca: Os Mercenários 2

Salve salve, pessoal! E aqui estamos com um dos filmes mais esperados do ano, Mercenários 2. Devo dizer que fui ao filme com um certo ceticismo quanto à sua qualidade. Tal ceticismo se deveu, em grande parte, à minha decepção com o filme anterior, que apesar de ter contado com um hype semelhante ou talvez até maior, não convenceu na execução, perdendo-se demais em uma tentativa mal desenvolvida de seguir uma sub-trama meio emocional. Não é o caso aqui.
O 'big 3' do cinema de ação.

Mercenários 2 consegue ser o filme que eu esperava que Mercenários fosse: as cenas de morte são bem violentas, em um nível comparável com Comando para Matar ou Predador. Além dos tiroteios serem mais violentos, eles são também mais frequentes, efetivamente cumprindo aquilo o que prometem.
Outro ponto extremamente positivo: percebe-se que o filme é bem ciente de si mesmo, fazendo em vários momentos algumas piadas com clichês de filmes de ação. Piadas essas que vão desde frases de efeito recicladas (Schwarzzenegger repetindo seu famoso "I'll be back") a referências a outros filmes de alguns dos astros (como Jason Statham dizendo a Stallone que este precisa "aprender a lutar melhor") e até um pouco de brincadeira com alguns dos clichês dos filmes de ação (acho que nunca vi em um filme de ação em que os personagens dissessem com tanta frequência que estavam sem munição, por exemplo).
JCVD como o vilão porradeiro, resgatando sua carreira.
E, é claro, não poderíamos deixar de apontar o detalhe mais ciente de si: Chuck Norris. O velho carateca aparece como um personagem que é realmente a personificação dos memes de "Chuck Norris facts". E o melhor? Todas essas piadinhas não transformar o filme em uma palhaçada ou paródia; elas conseguem ser implementadas de maneira que não corta o ritmo da ação violenta, quase como "easter eggs", mesmo.
No fim das contas, é como disse, o filme que o primeiro Mercenários deveria ter sido. E como tal, é um filme para assistir sem buscar grandes estímulos intelectuais. É só diversão inocente, mesmo. Mas diverte. Ô se diverte!
Ah, sim! O ÚNICO ponto negativo que consigo pensar é o Randy Couture. Se alguém for fã dele, me desculpe, mas no filme todo ele só me serviu para confundir com o Jason Statham! Não o vi fazer nada digno de nota.

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Financiamento Coletivo de Dungeon Monsters

Esta ainda não é minha coluna RPG4free (que já está perceptivelmente atrasada, eu sei) mas sim uma divulgação da campanha de financiamento coletivo para a primeira impressão do card game Dungeon Monsters, criação do Hélio Greca da editora (além de loja e blog) Rocky Raccoon. A proposta do jogo é ser focado na diversão em grupo, não em duelos, como a maioria dos card games existentes no mercado.

Dungeon Monsters: The Card GameO jogo já tem suas regras prontas e só está realmente necessitando do investimento para a impressão. Para isso, Hélio iniciou uma campanha de financiamento coletivo no site movere.me. As recompensas disponíveis são bem interessantes, como canecas, mouse pads e, obviamente, uma cópia do próprio jogo. E os valores solicitados não são muito altos. Este realmente é um projeto que DÁ para sair do papel (ou melhor, sair da tela e entrar no papel, né?), e você pode ser parte disso. Então vamos lá fazer nossa parte?