Teste Teste Teste

comments powered by Disqus

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Fliperama: Halo 4- Single Player #EspecialHalo4


Estamos sumidos, não? Está bem complicado galera... Esse próximo mês vou decidir os rumos do Gambiarra.



Bom, enquanto nada fica definido, trago para vocês o review de um dos jogos que mais esperei esse ano. Não é novidade para ninguém que Halo 3 foi o game que me fez escolher o console dessa geração, mas tentarei me privar de qualquer achaque de fanboy que possa acontecer durante as próximas linhas.


Tudo começa com o icônico Master Chief despertando dentro de uma nave, a Forward Into Dawn (tenho que ver a web serie que veio antes para entender mais como ele foi para lá), que está destruída e fora de ação. Ao testar sistemas de armas, Chief e Cortana (mais linda do que nunca), percebem que os Covenant fizeram novos ataques, mas as tropas (especialmente os Elites) possuem armaduras diferentes, sem parecer os mesmos que fizeram uma trégua em Halo 3. Tudo começa a se esclarecer (e se complicar) quando nosso heróis se vê em órbita de um gigantesco planeta Forerunner (a raça que criou os Halos)- a coisa complica mais ainda quando descobrem que uma nave humana, a Infinity, também está orbitando o instável planeta.

A história (que traz uma nova trilogia para o Spartan), funciona bem melhor do que os pessimistas poderiam pensar: o fato de dissidentes Covenants ainda atacarem Chief, um novo "frisson religioso" e tudo o mais é bem amarrado, de forma extremamente respeitosa por parte da 343.




Essa é a palavra de ordem em Halo 4: respeito. Muitos podem imaginar como fãs enlouquecidos podem se sentir ofendidos com a mudança de empresas para um game querido, mas a 343 soube dosar inovação e tradição muito bem: todos os elementos que fizeram de halo a referência em FPS nos dias de hoje estão ali, além de várias pequenas nuances, além de mudanças explícitas, dando até um certo ar de Call of Duty para o jogo, mas sem exagerar e descambar para a cópia mal feita. Desde a possibilidade de engajar a mira com o gatilho esquerqo, até a corrida se tornar habilidade default do personagem, todas as mudanças vieram para deixar o jogo mais rápido e ainda mais frenético.


E tudo está muito bonito e bem acabado no game. Os gráficos, os melhores para um exclusivo da MS, só simplesmente impressionantes: paisagens abertas e pequenos corredores são extremamente bem trabalhados, e a música e efeitos sonoros só te fazem ficar mais imersivo na jogatina. As partes de fuga frenética estão de volta, mais numerosas e mais eletrizantes que nas outras versões (não, esqueçam uma corrida contra o tempo no fim do jogo) e as batalhas tomam proporções enormes com os novos (e extremamente fortes) antagonistas do jogo. A dublagem em português começa péssima, mas conforme o jogo vai passando, as coisas vão ficando bem melhores. Ponto para a dubladora de Cortana, que consegue manter o sarcasmo da personagem, sem fazê-la ficar irritante.



Halo 4 é um jogo que veio para mostrar que há sim muita coisa a ser feita no universo do game. O único ponto fraco de todo o multiverso criado pela Bugie e herdade pela 343, ironicamente, é seu ícone mais importante: Master Chief é o típico personagem de shooter, sem carisma e que quase não fala. acredito que a inclusão de novos personagens façam o personagem interagir mais e ter mais carisma, pois em Reach o que mais aconteceu foi me preocupar com os protagonistas.

Reações: