Teste Teste Teste

comments powered by Disqus

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Na Estante: Halo Ida e Cryptum Volta (Piloto)


Mais uma tentativa meio frustrada (mas executada) de fazer algo diferente. A ideia é semanalmente ou quinzenalmente trazer pra vocês videos das colunas do Gambiarra: Na Estante, Por Aí, Fliperama e até mesmo a Pipoca.

Espero que vocês curtam e comentem, para que o blog possa continuar vivo!


E antes que vocês me acusem de plagiar o PH ou o Jovem Nerd eu digo: é isso mesmo, tô nem aí!

Em breve terei o link para vocês comprarem o Ida e Volta, beleza?

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Pipoca: Rurouni Kenshin

São vários os filmes que quis ver no ano passado. Alguns deles, sequer chegou ao Brasil (alguns nunca chegarão, infelizmente)- um desses casos é Rurouni Kenshin.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Fliperama: Far Cry 3

Uma das grandes surpresas do ano que passou, Far Cry 3 é, para este humilde escriba, o melhor jogo do ano. Durante esse post, tentarei explicar por que esse game desacreditado da Ubisoft desbancou qualquer triple A e jogos que se aproveitam do sucesso de outra mídia para fazer nome.

Tudo começa com um grupo de amigos, todos bem de vida (os famosos "playboyzinhos", por que não?) passando as férias em uma ilha paradisíaca: escalada, corridas de jet-ski, saltos de para quedas e baladas estão entre as atividades do grupo. O que ninguém esperava (na verdade a gente sim, por que vimos os trailers), a ilha é dominada por piratas, que entre as atividades normais de pilhagem, abordagem e assassinato, gostam de sequestrar pessoas ricas para pedir resgate e realizar tráfico de escravos.

Você encarna Jason Brody: se seus irmãos e amigos são playboys, provavelmente foi você quem ensinou tudo a eles. A história começa com você e seu irmão mais velho presos no covil de Vaas Montenegro, um dos líderes dos piratas das ilhas Rook. E aqui somos apresentados para um dos maiores vilões já criados na história dos video games.


Vaas é insano. Mais que isso, ele é demente, de uma demência mortal, beirando o assustador. Tudo é imprevisível, a todo momento você acha que vai acontecer algo e ele te surpreende,  inclusive na sequência inicial... E que sequência!

Na verdade, o jogo se vale mesmo dos antagonistas e coadjuvantes. Apesar de alguns discordarem, os amigos de Jason fazem bem seu papel, e caras como Citra, Buck, Sam e os demais tomam a cena quando aparecem!

 As ilhas Rook mostram possivelmente os melhores gráficos dessa geração (que está no fim). A amplitude do cenário é comparada a Skyrim, mas o detalhismo e principalmente as cores do game são impressionantes, realmente superando o game da Bethesda. Desde o mais profundo oceano até as entranhas da terra, tudo é muito bem pensado no quesito "explorar o ambiente selvagem"; e não pense que são tudo flores como no (subestimado) antecessor: quando você menos espera, pode ser atacado por tigres, ursos, leopardos ou mesmo crocodilos e tubarões se der mole no meio da estrada ou dando uma de Michael Phelps nos rios e lagos. E é tudo bem imprevisível: se você se aventurar em regiões de "animais de corte", é quase certo que irá dar de cara com algum predador. Se der "sorte" de não encontrar, terá de procurar, pois tirando suas habilidades, os upgrades de "coleta" são feitos caçando esses animais.


Então, meu amigo, se tiver medo de tubarões prepare-se para ter que mergulhar no meio deles e arrancar o couro de um deles pra conseguir fazer bolas, mochilas e etc.

Infelizmente não posso falar do multiplayer, simplesmente por que não consegui achar sala para jogá-lo até o fim desse post, mas acredito, pelos vídeos que tenho visto, que é bem divertido, apesar de particularmente achar que a jogabilidade funcione mais com o Single Player do que necessariamente o embate entre pessoas do globo. O modo cooperativo já mostra um pouco mais de variedade e longevidade ao jogo, mas também não consegui desfrutar de forma satisfatória (na verdade não consegui desfrutar ainda).


Acredito piamente que far Cry 3 seja o jogo de 2012. Chegou quase despercebido, totalmente subestimado (vi muita gente chamando ele de genérico após as conferência na E3) e mostrou que um FPS pode ter sim muito conteúdo e profundidade. Vale, em tempo, elogiar a competentíssima localização no Brasil, com uma tradução ótima e muito bem adaptada.
Não estamos mais dando notas aqui no Fliperama, mas podem dar quaisquer notas máximas para este "petardo dos games"!